(18)Jesus é nosso Rei

OUTROS TÍTULOS:
A majestade eterna de Jesus Cristo
A majestade terrena de Jesus Cristo
A majestade pessoal de Jesus Cristo
A majestade legal e conquistada de Jesus
A majestade exemplificada em Cristo
... e outros títulos que o pregador achar por bem.


Deus-Trino é soberano absoluto (Gn.1:1). Jesus era, no mundo, o próprio Deus-Trino  (Jo.10:30), Todo-Poderoso entre nós (Mt.1:23). Quando a Bíblia o apresenta como Rei está dando exatamente este sentido (Lc.1:32-33). Naquela época o Rei era soberano sobre tudo e todos (1Sm.8:10-17). Tinha poder de dar vida e dar morte a qualquer pessoa (1Sm.14:52). Era dono absoluto de tudo e todos. Podia usar o que quisesse em seu benefício pessoal ou em proveito da nação que estava à frente. Hoje não temos noção do que era tudo isto, mas temos uma ligeira idéia, quando somos convocados a chama-lo de Senhor. Neste sentido é que a igreja-primitiva rejeitava usar este termo para falar sobre César, o imperador romano. Reconhecer Jesus como Rei, é uma forma poderosa de agradar e exaltar ao Deus-Trino, na pessoa de Jesus Cristo, e ao mesmo tempo podermos entender os limites do que somos e do que temos quando nos submetemos ao senhorio de Jesus, quando o passamos a ter como nosso Rei; entendemos o que seja mordomos, gerentes, administradores dele em tudo que no mundo é reconhecido como sendo nosso, a vida, o tempo e os bens.
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CADA ÊNFASE É UMA LIÇÃO DIFERENTE
(1)Ele é Rei por direito, como Criador, de todas as criaturas
(2)Ele é rei de fato, como Salvador, de todos os arrependidos, salvos
(3)Todas as nações hão de adorar o Rei por Direito
(4)Todos os salvos adoram o Rei de fato
(5)Os Salvos o adoram por obediência e reconhecimento
(6)Os Salvos devem adorar, também, por gratidão e bem estar 
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Quanto mais consagrado for o salvo, melhor o Senhor opera sua Graça, fazendo-o agradável aos seus propósitos. (2Co.3:5, Sl.37:5, Tt.2:11-14, Hb.13:20-21) (leia 399D)
Sl.2:6, Is.9:7, 32:1, Jr.23:5, Dn.7:14, Zc.9:9, Mt.2:2, 21:5, 25:34, Lc.1:34, Jo.1:49, 18:37, 1Co.15:25
Rei dos reis... 1Tm.6:15, Ap.1:5, 17:14, 19:16,
Filho de Davi, expressão que na época queria dizer Rei de Israel, o Messias... Mt.1:1, 12:23, 15:22, 21:9, Mc.10:48, 12:35, Jo.7:42, Rm.1:3, 2Tm.2:8, Ap.5:5
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REFLEXÕES SOBRE O TEMA
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Questões... (1)Lembremos de umas cinco diferenças do conceito de Rei para nossos dias (na Inglaterra, por exemplo) e para os dias da Bíblia (1Sm. 8:11-18). (2)Em que sentidos o dizer que Jesus é nosso Rei, o faz mais soberano sobre nós, do que como sendo nosso Senhor? (3)Se Jesus é nosso Rei, lembremos 5 atitudes que devemos ter como súditos e que não temos sido devidamente coerentes com o que afirmamos.
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Abertura do Culto... (Leia com autoridade espiritual, com veemência profética e com convicção cristã, em nome da igreja, falando a Deus ou aos seus adoradores no culto.)... O nosso poderoso Senhor, Deus de toda eternidade, é digno de ser grandemente glorificado. Ele está entre nós com toda a sua santa magestade. Queremos oferecer-lhe um culto que expresse nossos reconhecimentos espirituais. Temos muitos motivos para estarmos aqui em nossa igreja. Desejamos glorifica-lo com nossa presença, com nossa dedicação leal, com nossa vida, com nosso tempo e com nossos bens. O nosso culto é reverente, muito reverente, como a soberania do Senhor merece. O assunto bíblico deste culto é “Jesus Cristo é o nosso Rei” quando vamos pensar mais especialmente sobre os predicados do Senhor para ser nosso Rei, e o que isto vem exigir de todos nós, seus súditos eternos...... NOSSA ORAÇÃO... Nosso poderoso Senhor, Deus de toda eternidade, és digno de ser grandemente glorificado. Sejas adorado em nosso culto. Hoje e para todo o sempre. Amém. (cântico diferente das estrofes do hino 66A durante momentos apropriados do culto)
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Cantor Cristão (hinos A): 3, 5, 6, 16, 26, 27, 43, 52, 53, 55, 56, 60, 66. Hinário para o Culto Cristão (hinos B): 194 a 199, 56, 59, 64, 67, 123, 223, 290. Outros Hinos (hinos C): 95 a 97, 518, 545
Introdução do Tema... Vários irmãos se levantam e cada um menciona um motivo para que devamos reconhecer Jesus como o nosso Rei.
Leitura Reflexiva Sl.24. Intróito Declarativo: 409D
Leituras Coletivizadas (E): 39, 82, 186, 189. Declaração Congregacional (D): 15 (Reino de Deus), 168
Nosso culto a Deus: 344D. Responso Congregacional: Manhã, 354D; Noite, 358D. Declaração Final: 417D. Bênção Final: 368D.
Adicionantes... Calendário da Igreja; Dias Comemorativos, 396D; Oração Congregacional, 394D